A eterna luta contra a balança

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Toda vez que eu me mudo é a mesma coisa: engordo.

Foi assim quando me mudei pra Alemanha pela primeira vez, quando me mudei pra Bauru pra fazer faculdade, quando vim pra Alemanha pela segunda vez, quando me mudei de volta pra São Paulo pra trabalhar e quando vim pra Alemanha pela terceira vez pra fazer o mestrado. Faço dieta, emagreço, passo uns (poucos) meses magra, aí me mudo de novo e engordo. Um eterno ioiô.

E não é como se eu de repente passasse a comer  pão com ovo frito e bacon no café da manhã, bolo de chocolate no café da tarde e mousse de chocolate de sobremesa todo dia (bem que eu queria!). Continuo comendo cereais com iogurte no café da manhã e tomando só cappuccino ou comendo uma fruta no café da tarde. Mas é só mudar um pouco a alimentação e pronto, balança grita.

Na Alemanha, a única maneira que encontrei de manter o peso (leia-se, não engordar ainda mais) foi comendo arroz, pão e batata só nos finais de semana e, mesmo assim, sem exageros. Durante a semana, cereais, iogurte, mingau de aveia, salada, legumes, soja, frango, carne e peixe.

2 meses na Holanda e já engordei o pouquinho que tinha conseguido emagrecer ano passado antes de ir pro Brasil. Nossos jantares são, em geral, saudáveis, mas sempre incluem uma porção de arroz, batata ou macarrão.

Com a desculpa de sair de casa e conhecer gente nova, me inscrevi na academia. Tenho ido 4 vezes por semana. Namorado acha que essa assiduidade toda é minha vontade de fazer novos amigos e praticar o pouco de holandês que consegui aprender nos últimos tempos. O motivo real é que minhas calças começaram a apertar (de novo!).

Essa semana tô na minha casa em Bonn, na Alemanha. Sem academia e com mil compromissos sociais que sempre incluem comida.

Tô amando rever meus amigos e ter minha vida social de volta, mesmo que seja só por uns dias. É brunch na casa da amiga brasileira, cafezinho da tarde com a amiga polonesa, noite de queijos e vinhos na casa da amiga francesa, happy hour com amigos do mestrado, almoço árabe na casa da amiga egípcia. Tudo uma delícia! Mas já sei que na volta pra Holanda vou ter que abrir os botões da calça no trem.

História da minha vida…

emagrecer

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4 responses »

  1. Karen,

    Quer saber?
    O mais importante e que somos (eu pelo menos, literalmente) maiores que tudo isso 🙂

    Beijo

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